quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Ao meu amor

Não quero prender-me ao teu corpo
feito parasita ou uma praga qualquer
que se descarta como erva daninha.

Quero ser parte integrante do teu ser.
Nem mesmo pêlo eu quisera ser,
pois pêlo cai e se esvai com o vento.

Quero ser teu sangue e passear
por artérias, músculos, coração.
Quero ser vida em tuas veias.

E viciada neste sangue puro,
jamais dele se separe.

E quando houver separação,
Que seja o fim do que sou
em ti e do que és em mim:

Que seja a morte enfim...

Maxçuny

3 comentários:

Julliany Mucury disse...

Eu AMO esse seu poema!
É perfeito!
Vou colocar no Orkut!
Beijos!!!

Julliany Mucury disse...

Eu AMO esse seu poema! Sou fã, fã, fã mesmo docê! Beijos!

Unknown disse...

Esse poema é LindOooo Maxçuny...

O MELHOR de toDoS...

É PerfeitO...

BeijOS...